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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A Hora da verdade do Islã

A Hora da Verdade Sobre o Islã Dave Hunt O Que é Ser Fanático? Pode-se chamar o líder espiritual de uma nação de “fanático”? É razoável descrever assim a um homem que é reconhecido mundialmente como o representante de sua religião? Quem conhece melhor sua religião do que o próprio líder espiritual? O aiatolá Khomeini do Irã demonstrou isso quando declarou: “A alegria maior no islã é matar e ser morto por Alá”.[1] Isso é fanatismo? Pode-se chamar o fundador de uma das maiores religiões do mundo de fanático? Maomé, que juntamente com seus seguidores massacrou milhares de pessoas para estabelecer e espalhar o islã, disse aos muçulmanos: “Matem a quem não aceitar nossa fé...”[2] “Recebi a ordem de Alá para lutar com as pessoas até que elas testifiquem que não há outro deus além de Alá e que Maomé é o seu profeta”.[3] Maomé era um fanático? São fanáticos aqueles que lhe obedecem hoje em dia, impondo a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a outra religião (como ocorre no Afeganistão, nos Emirados Árabes, no Paquistão, na Arábia Saudita e no Sudão)? Precisamos de uma nova definição de “fanático”? Terrorista e Prêmio Nobel da Paz Existe uma certa hipocrisia no modo irado com que os Estados Unidos e o mundo agora estão vendo o terrorismo. O terrorista mais maligno, sanguinário e bem-sucedido da História, Yasser Arafat, recebeu o PRÊMIO Nobel da Paz e foi aclamado como um líder de Estado. Para seus possíveis imitadores ele é a prova cabal de que o terrorismo vale a pena. As Nações Unidas, a União Européia e incontáveis líderes políticos e religiosos aliaram-se a ele em seu terrorismo contra Israel. Arafat e sua OLP são detentores de alguns recordes: o maior seqüestro (quatro aeronaves de uma só vez) – igualado com os atentados de 11 de setembro de 2001 – o maior número de reféns de uma só vez (300), o maior número de pessoas assassinadas em um aeroporto, o maior resgate já recebido (US$ 5 milhões, pagos pela Lufthansa), a maior variedade de alvos (um avião com 40 passageiros civis, cinco navios de passageiros, 30 embaixadas ou missões diplomáticas, além de incontáveis depósitos de combustível e fábricas), etc.[4] Ao invés de ser julgado por um tribunal internacional, como os líderes nazistas e sérvios, os atos sangrentos de Arafat lhe garantiram aceitação e fizeram dele um “líder pela paz”! Recompensas no Paraíso Seria ingenuidade extrema imaginar que os terroristas que estão dispostos a se tornar homens-bomba em Israel ou a explodir um avião, o que custará sua própria vida e a de muitas outras pessoas, estão fazendo algo por uma causa humanitária. Sua coragem vem de uma doutrina específica do islã. Abu-Bakr, o primeiro califa a suceder Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu o paraíso sem a necessidade de martírio), declarou que, mesmo que estivesse com um pé dentro do paraíso, não poderia confiar que Alá o deixaria entrar. No islã, a única maneira de alguém chegar com certeza ao paraíso é sacrificar sua própria vida na jihad. Para o muçulmano, é proibido o suicídio como ato contra a própria vida, mas quando ele sacrifica a vida para matar infiéis, isso lhe traz a maior das recompensas. Qual é a recompensa, no paraíso, para o mártir da jihad? A promessa é que ele receberá um palácio feito de pérolas que possui 70 mansões; dentro de cada mansão existem 70 casas. Em cada casa há uma cama com 70 lençóis e, em cada lençol, uma bela virgem. Ele recebe a garantia de que terá o apetite e a força de 100 homens para a comida e para o sexo. Esse é um sonho fantástico, alimentado pelos meninos muçulmanos desde sua tenra infância. Apenas essa motivação já é suficiente para lhes dar a coragem e a determinação inabaláveis para treinar e executar atos terroristas em que sacrificarão suas vidas, trazendo morte e destruição para “os inimigos de Alá”. Uma Religião Fundamentada na Violência É verdade que a imensa maioria dos muçulmanos é amante da paz e afirma que se opõe ao terrorismo. Naturalmente eles têm nossa simpatia, mas deveriam estar se questionando por que seguem uma religião fundada através da violência, que desde o início tem sido imposta pela espada. Sob a liderança de Maomé no século VII, milhares de árabes (e muitos judeus e cristãos) da Península Arábica foram mortos pelos ferozes “guerreiros santos” do islã, que impunham a aceitação daquela religião no mundo árabe. Com a morte de Maomé, a maioria dos árabes abandonou o islã, imaginando que finalmente ficariam livres. Rapidamente, dezenas de milhares foram massacrados nas Guerras da Apostasia, que forçaram a Arábia a voltar ao domínio de Alá. A partir daquela base, o islã foi propagado por todo o mundo através da espada. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Após a inesquecível terça-feira negra de setembro de 2001, os americanos ouviram repetidas vezes autoridades bem-intencionadas dizendo que devemos ser cuidadosos para não culpar o islã por aquilo que uns poucos fanáticos fizeram. Na verdade, os terroristas agem em obediência direta a Maomé, ao Corão, a Alá e ao islamismo. Enquanto muçulmanos nominais rejeitam essa idéia, os eruditos islâmicos concordam que é uma obrigação religiosa de cada muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o islã, até que este domine o mundo. Precisamos encarar algumas questões simples: não é a tentativa de forçá-los a se submeterem ao islã o que causa a escravidão cruel, a tortura e o massacre de milhões no sul do Sudão, por exemplo? Não é o islã a força por trás dos ataques assassinos e destrutivos contra cristãos que ocorrem na Nigéria, na Indonésia, no Paquistão e em outros lugares? Não era a imposição da lei islâmica que fazia o Talibã negar todos os direitos civis às pessoas que estavam sob seu controle no Afeganistão? O que além do islã une o sempre conflituoso mundo árabe em um ódio implacável e irracional contra Israel? Nenhum mapa árabe do mundo admite a existência de Israel. É somente a declaração do islã de que Ismael, e não Isaque, era o filho da promessa e que a Terra Santa pertence a ele que une os árabes numa “fanática” determinação de destruírem os judeus. Preconceito Religioso? Há uma relutância natural em aceitar qualquer declaração que pareça ser preconceituosa contra uma religião mundial. O medo de tal preconceito impede o mundo de encarar a verdade. Seria preconceito expor esses simples fatos? Não é – mas é difícil encarar a verdade de que o islã é uma religião de violência e que seus praticantes não são extremistas e fanáticos, no sentido estrito dessas palavras, mas seguidores sinceros de Maomé. O mundo todo tem se juntado ao islã em sua falsa exigência em relação à terra de Israel, que hoje é erroneamente chamada de Palestina. Essa Terra Prometida, dada a Israel pelo Deus da Bíblia, tem sido continuamente ocupada pelos judeus durante os últimos 3.000 anos, e eles são as únicas pessoas que deveriam fazê-lo. Em reconhecimento desse inegável fato histórico, toda a “Palestina” deveria ter sido entregue aos judeus para ser seu território segundo uma decisão da Liga das Nações em 1917. Mas os judeus foram traídos pela administração inglesa na execução dessa determinação (e o declínio do Império Britânico pode ser datado a partir dessa traição). A terra foi dividida entre a Jordânia, a Síria, o Líbano, etc. Israel agora é acusado de “ocupar” a terra que, na verdade, tem sido sua por 3.000 anos. Esses “palestinos” de última hora são sustentados por uma mentira propagada pelo mundo inteiro, que diz que eles são os proprietários originais daquela terra. Como resultado, o terrorismo é perpetrado não apenas contra Israel, mas agora também contra os Estados Unidos, com o objetivo de fazer pressão para que o povo de Israel seja expulso da terra que é sua por direito e para que o islã se espalhe por todo o mundo. E Agora, o Que Deve Ser Feito? Chegamos a um momento definitivo, quando a verdade poderia triunfar se o mundo reconhecesse que os terroristas islâmicos não são “fanáticos”, mas fundamentalistas muçulmanos devotos que estão seguindo sua religião com fidelidade. Esse reconhecimento poderia trazer uma preocupação renovada com os muçulmanos de todas as nacionalidades, que estão cruelmente aprisionados por esse sistema religioso. A exposição da verdade poderia constranger as nações muçulmanas a abrirem a “Cortina Islâmica” e a dar liberdade para que se entre em suas fronteiras. Essa poderia ser uma nova chance de evangelização do mundo, onde não a força, mas o amor e a razão permitiriam que cada pessoa determinasse a fé que desejaria seguir de todo o coração. Oremos para que isso aconteça. Notas: 1. David Lamb, The Arabs: Journey Beyond a Mirage (Vintage BOOKS , 1988), p. 287; David Reed, “The Holy War Between Iran and Iraq” (Reader’s Digest, agosto de 1984), p. 389. 2. Citado na autoridade de Ibn ’Abbas em Sahih of al-Bukhari (Parte 9), p. 19. Atestado por vários eruditos islâmicos. 3. Ibid (Parte 1), p. 13. 4. John Laffin, The PLO Connections (Transworld, 1982), p. 18.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

QUAL É SEU TEMPERAMENTO?

QUAL É O SEU TEMPERAMENTO Existem muitos temperamentos diferentes entre os seres humanos, na maioria são definidos por ensinamentos de infância e através do empirismo. Podemos usar a matemática para fazer uma simples comparação, onde vemos: Sinais iguais somam e conservam o mesmo sinal: Na maioria das vezes quando uma pessoa encontra outra de temperamento parecido, tende-se a aproximar e fazer amizade (pelo menos no contexto geral) onde, suas características de caráter e temperamento são conservadas e aprimoradas mediante a ausência de conflitos causados pela diferença dos mesmos indivíduos. Sinais diferentes subtraem e conservam o sinal do número maior: Pessoas de temperamento diferente são obrigadas a conviver juntas, como por exemplo, no ambiente de trabalho, na escola, igrejas e em outros lugares, principalmente em lugares públicos. Algumas dessas pessoas não suportam a diferença existente no outro indivíduo ao qual necessita conviver, e isso gera conflitos. Quando uma pessoa de maior persuasão ou que tem melhores atributos financeiros entra em conflito com pessoas que a sociedade considera “inferior”, essa pessoa “inferior” tende a sair perdendo, tanto na disputa por amizades, empregos entre outras coisas. Isso também acontece com temperamentos, onde, aqueles que têm o temperamento forte saem em vantagem aos que tem temperamento mais apagado. E como será que um cristão deve reagir aos tipos de temperamentos existentes? Deve se conformar com o seu temperamento difícil? E agora, o que fazer? Paulo já nos deixou uma instrução acerca desse assunto: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos amados, de temos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vinculo da perfeição.” (Cl 3.12-14). Amém! SENTIMENTOS HUMANOS Existem quatro tipos de temperamentos, vejamos à seguir as forças e fraquezas de cada tipo de temperamento: TEMPERAMENTO MELANCÓLICO Forças: Habilidoso, delicado, leal, idealista e minucioso… Fraquezas: Egoísta, amuado, pessimista, confuso, anti-social e vingativo… TEMPERAMENTO SANGUINEO Forças: Sempre tem amigos, é divertido e contagia os outros, compreensivo e por isso bom companheiro, simpático, destacado e entusiasta e por isso líder… Fraquezas: É agitado e turbulento, desorganizado, pusilânime (fraco de ânimo), adora agradar, começa as coisas e não termina, é egoísta e cada vez mais tende a falar muito de si mesmo e de suas qualidades e feitos, tende a desculpar-se sempre de suas fraquezas… TEMPERAMENTO COLÉRICO Forças: É otimista, enérgico, prático, líder, audacioso, autodisciplinado e autodeterminado, não tem medo de situações difíceis nem de grandes desafios, estes o estimulam ainda mais, é alguém de objetivos e por isso a dificuldade não o esmorece… Fraquezas: Ira, impetuosidade, autosuficiência, é vingativo e amargo, por isso tem tendência ter úlcera antes dos 40 anos, muitas vezes falará coisas cruéis, sarcásticas e mordazes (ofensas grosseiras e refinadas), embora seja de fato capaz, sua arrogância tende causar antipatia nos outros temperamentos… TEMPERAMENTO FLEUMÁTICO Forças: É calmo, tranqüilo, cumpridor dos deveres, líder, imperturbável, para ele é fácil ouvir os outros em seus problemas, o que é difícil para o sangüíneo e colérico, trabalha bem sob pressão, por isso cumpre suas obrigações e gosta de cumprir horários. Fraquezas: É um tipo de pessoa calculista, desmotivada. É muito pretensiosa, desconfiada, e isto a afasta dos outros. É pessoa indecisa nas suas decisões e temerosa. Esse tipo de pessoa é muito castigada pelo seu egoísmo. Seja qual for o seu tipo de temperamento, peça ajuda a Deus para que através do Espírito Santo venha a controlar suas fraquezas e que seus pontos fortes sejam usados com êxito na sua obra. “Mas o fruto do Espírito é: amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Conta estas coisas não há lei.” (Gl 5.22), e também não há temperamento que supere tais coisas. CONCLUSÃO Todo temperamento pode ser mudado ou ajustado, não se pode deixar o comodismo tomar conta e dizer: “pau que nasce torto, até as cinzas são tortas”. A Bíblia nos mostra o exemplo do apóstolo João que tinha um temperamento difícil de lidar e agressivo. Jesus e seus discípulos precisavam de um lugar para ficar, mas, o povo de uma aldeia lhes negou abrigo, então, João e Tiago perguntarem a Jesus se podiam pedir fogo do céu para matar o povo daquele lugar (Lc 9.51-56); Este mesmo João depois de ter experiência de vida com o Espírito Santo escreve cartas onde fala sobre o amor, sobre o perdão etc. “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.” (1Jo 4.20) Este, é o mesmo João de temperamento difícil que queria matar as pessoas daquela aldeia, agora é conhecido como o apóstolo do amor. Tudo ocorreu depois que ele deixou o Espírito santo o moldar. Jeovanir Mendonça

sábado, 20 de setembro de 2014

CONVITES PARA EVENTOS

Aos amados e queridos irmãos, sou Pastor da Assembléia de Deus – Ministério Belém – SP -atendo convites para ministrar a Palavra de Deus em diversos eventos tais como: Congressos de Jovens, Circulo de Oração, Palestra para Casais, Seminários para Obreiros, Administração Eclesiastica, caso houver interesse, entre em contato (11)9.6694-7701 ou (11)9.6767-4685,atendemos em qualquer cidade, ligar com antecedência.